domingo, 26 de janeiro de 2014

Leitores comentam sobre a pratica aborsiva do aumento das passagens dos taxistas de Lajes Pintadas

Táxi é permissionário e/ ou concessionário do serviço público. Portanto, deve submeter-se aos mecanismos de controle de qualidade do serviço e da defesa dos direitos dos usuários. A prefeitura é competente para decidir sobre a majoração da tarifa do serviço de táxi, depois da análise detalhada das planilhas de custo apresentadas pelos representantes da categoria. A placa vermelha é licenciada para prestação de serviço público à população. O aumento tarifário é concedido pelo poder público. Não pela livre vontade e abusiva do proprietário do táxi.


Por Thomaz Barbacena25 de janeiro de 2014 23:44


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O reajuste do salário mínimo foi de 6,78% (seis vírgula setenta e oito por cento), ou seja, o salário mínimo era de R$ 678,00 (seiscentos e setenta e oito reais), em 2013, e de R$ 724,00 (setecentos e vinte e quatro reais), de janeiro até dezembro do corrente ano.

Já em se tratando da majoração da tarifa de táxi será de 33,33% (trinta e três vírgula trinta e três por cento). Passará de R$ 3,00 (três reais) para R$ 4,00 (quatro reais). É um absurdo que mexe com a economia popular.
A economia de Lajes Pintada é fundamentalmente oriunda dos pensionistas, aposentados, servidores públicos e de alguns bens e serviços. Um aumento tarifário de mais de 30% (trinta por cento) sobre uma passagem de Lajes Pintada para Santa Cruz (15 Km) é um assalto violento, traiçoeiro, pérfido e desleal contra o bolso do pensionista, do aposentado e do trabalhador em geral.

O poder público não pode fugir à responsabilidade de coibir esse abuso em desfavor da população carente e usuária do transporte público. O táxi é particular, mas a prestação de serviço é pública. Se não sou traído pela memória, a passagem de coletivo, aqui, em Natal, era de R$ 2,40 (dois reais e quarenta centavos). Aí, o prefeito Carlos Eduardo mandou baixar para R$ 2,20 (dois reais e vinte centavos), que ainda está em vigor.


Por JASON GRILLO25 de janeiro de 2014 16:01