quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PISICOLOGA OFERECE OFICINA DE APRENDIZAGEM SOBRE CONVIVÊNCIA COM ADOLESCENTE E CRIANÇA PELO PROGRAMA PETI

O programa de Erradicação do trabalho infantil em parceria com o Centro de Referência de assistência Social do Município esteve também na manhã de hoje realizando com as orientadoras sócias do PETI Sásila Cândida Cabral e Francisca Aparecida de França (Cidinha), uma importante oficina participativa de articulação com convivência para crianças e adolescente na forma de como trabalhar o dia-a-dia dinamizado.
Dentre o debate foram focados alguns assuntos relacionado a convivência com as crianças do programa no repasse de novas transformações para o repasse das informações usadas como metodologia de ensino e terapia de pratica. Para este debate, a psicóloga Renata Dantas do programa de assistência do município esteve repassando diversas informações necessárias de como trabalhar a terapia ocupacional dentro do PETI está elaborando novas dinâmicas progressivas com sucesso no ressalto de confiança e amizade.
Além das orientadoras sócias, o coordenador do programa Francisco de Assis Rodrigues do Nascimento também se fez presente dando ideias de como conviver com adolescente sem perder o equilíbrio emocional voltado sempre para o bem estar de cada participante. Na fala da psicóloga Renata Dantas a jovem retificou mencionando alguma das formas pratica de como desenvolver várias atividades dentro da colônia de férias ou em diversos momentos proporcionados em lazer educativo pela rede do trabalho de erradicação infantil.

 Usando a pratica das dinâmicas convencionais, pode-se também fazer adaptações para novas brincadeiras e dinâmicas, sendo assim, a criança ficará muito bem distraída e se sentirá alegre por estar fazendo algo que lhes agrade e lhes deixem feliz, e esse é justamente o intuito de desenvolver a pratica da terapia da paciência usando o método dentro do mundo infantil ou se sentir uma criança; já na faze adolescente.  A primeira "lição" para quem trabalha com adolescentes é não tomar para o lado pessoal qualquer tipo de afronta vinda de um aluno. Responder a uma provocação no mesmo tom só faz você perder o respeito e a admiração do grupo  o que dificulta o trabalho em classe. Além disso, ao perceber que tirou o professor do sério, o jovem se sente vitorioso e estimulado a repetir a dose. "Educar não é um jogo em que se determina quem vence ou perde", afirma a psicóloga Renata Dantas do Centro de assistência Social.

Ao termino da Oficina, as abordagens encaminhadas serviram de aprendizagem para um futuro continuo com propostas para se trabalhar o ensino pelo programa PETI  realizado no município de Lajes Pintadas.